segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Olá Entrepontos Fortaleza, lembram desse cartaz?



Pois então caro leitor, esse cartaz foi a divulgação do Entrepontos para a realização do Grito Rock Fortaleza em março de 2011.
Aproximadamente 50(cinquenta) interessados se inscreveram e participaram da construção de um Festival de Rock, foi uma experiência enriquecedora e trazedora de sonhos profundos!
















UM ANO SE PASSOU...



GRITO ROCK 2012!

Os agentes estão prontos pro combate!!!

Que venha 2012, que venham mais festivais, mais força, mais vida, + MÚSICA !!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Voltando pra casa.



Dia 17 terminou o COFE 2011 e a galera do entrepontos com muitas coisas na bagagem. E que bagagem... rsrsr
Já dando aquele gostinho de saudades, de ansiosidade e de missão cumprida.
Conversas, diversão, piadas, depoimentos, compartilhamentos, trocas...
São várias histórias entrelaçadas e criadas apartir da convivência.

AMIZADE.

Pessoas que se transformaram em Unidade, em cumplicidade, em sentimentos e emoções.



APRENDIZADO.

Importância de dar e receber, de retribuir, de semear.



HUMANIDADE

Que cada dia se aprenda mais, porque o aprendizado é infinito.



E que continue!
Porque Entrepontos é isso! É compartilhamento, aprendizado e conhecimento, constante, de si e do mundo!
Que o Congresso foi riquíssimo de forma a mostrar a importância dessas ações, dessas vivências e das opiniões. Além das construções feitas por TODOS!
Visando sempre a colaboratividade. Que JUNTOS FAZEMOS ACONTECER E REALIZAR!

QUE MISTURADOS SOMOS MAIS! JUNTOS, MAIS AINDA!



Por Naiara Lopes
Artentrecucas/Redecem/ACR

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

CASA FDE NE, Wordpres, Economia Solidária..Tudojuntoemisturado


O terceiro dia do Congresso FdE começou bastante intenso, com várias rodas de temáticas diversas que possibilitaram um grande fluxo de debate e com bastante clareza.  Temas que instigavam os congressistas a reuniram-se para conversar sobre assuntos como Economia Solidária, Direitos Autorais, Vídeos Poemas, Festivais de Músicas. Palco FdE, Vídeo Mapping  , entre outros temas.
Alguns dos EntrePontos e coletivos participaram de oficina como a do Leo Germani que administrou um mini curso sobre WordPress e como manuseá-lo.

A última atividade do dia em que a turma do EntrePontos participou foi a reunião com a Regional NE, onde a temática central foi a implantação da Casa FdE NE. Foram tiradas todas as dúvidas e feitas várias sugestões para complementar mais ainda a Casa FdE NE.
A casa FdE NE terá a sua sede em Fortaleza, tendo como núcleo durável inicialmente; Ivan Ferraro, Valéria Cordeiro, Thais Andrade (RedeCem), Jéssica Miranda, Alejandro, Gabriel Cardoso, Laura Morgado (Lumo Coletivo).

Estamos todos construindo, como sempre JUNTOS.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Texto de Cobertura Colaborativa COFE

Os agentes que participaram do Laboratório Entrepontos se reuniram, após a reunião de sustentabilidade da Regional NE, para discutir e sistematizar "o que foi?, o que é? e o que será?" dos agentes desse programa de formação cotinuada, futuramente e "pós encubação do projeto".
Onde houve uma definição de coletivos, de autônomos e de rede.
Discussão que contou com a participação de Marcus Franchi, como "apoiador e desenvolvedor", do entrepontos, junto à Prodisc/Redecem.
Insitou, também, o interesse de agentes como Tarciana Portela (MinC durante 8 anos) e Sylvie Duran (FdE Latino), como "olheiras" interessadas em aprender, multiplicar e participar desse processo.
A roda de conversa também contou com a presença de Luciana Guilherme (Secretaria de Economia criativa do MinC), falando um pouco de como funciona a sistematização da cultura na secretaria e como esse processo de formação continuada seria instituido (como se daria a importância dessa ação de modo mais formal).
Abrindo assim um leque de idéias e possibilidades para esse processo e seus agentes, a importância da participação como coletivos e, principalmente, como indivíduos formados e formadores do fazer cultural, da discussão e interesse político e do social.






Por Naiara Lopes
Entrecucas/ Redecem

EntrePontos no IV Congresso Fora do Eixo

A turma do EntrePontos chegou já em clima de coletivo no dia 12 de dezembro. 14 pessoas vieram no mesmo vôo e chegaram no aeroporto de Garulhos.
No Parque Ibirapuera tivemos o primeiro contato com coletivos da regional Nordeste. Nos reunimos e definimos metas e diretrizes para 2012, que serão resultados das discussões programadas para esses seis dias.
Tivemos ainda, uma participação na Pós-TV do Congresso, explicando como funciona a formação e como estamos nos sentindo. Além da continuidade profissional que cada agente está tendo após o processo.

Hoje, 13 de dezembro, a programação está bem intensa e longa. começando pela plenária de abertura, na qual estão compondo a mesa Pablo Capilé e representantes das regionais do país que participam do Circuito. Teremos ainda hoje os debates temáticos, mini-conferências e reuniões.

Paralelamente ao Congresso, os coletivos formados a partir do EntrePontos (Agentes Cucas, Dom Quixartes e .Pode Crer) estão organizando metas, estruturas e planejamentos para 2012.

Tudo ao mesmo tempo agora!!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Congresso Fora do Eixo " EU VOU"

Coletivo PodeCrer, formado a partir do Entrepontos Fortaleza dá o seu recado, expressando o que espera do Congresso Fora do Eixo.






Mais sobre o Congresso Fora do Eixo que acontece em São Paulo nos dias 11 a 18/12.
Pode chegar...

A programação do Congresso Fora do Eixo tem por objetivo facilitar a conexão, integração e colaboração entre os 2 mil congressistas inscritos nesse grande evento. Optamos pela metodologia de um encontro vivo e em fluxos constantes, absorvendo cada ideia e sugestão em tempo real, um formato que tem como meta garantir a fluidez dos debates e a construção colaborativa e participativa dos conteúdos. Substituiremos o velho formato de longas mesas de debates onde poucos falam e muitos ouvem por espaços dinâmicos de conversas, reuniões livres, círculos de ideias e provocações constantes de mais de 200 convidados. E como dizia o velho guerreiro “Viemos aqui pra confundir, e não pra explicar”. Se ainda tem dúvidas, pode ficar tranquilo. Nos próximos dias, a ficha vai cair várias vezes, preparem-se!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Poesias de Rosaliriss Alencar - Entrepontos Fortaleza


“ Pontos, em teus pontos posso olhar

Olhos leves como o luar

Rimas vivas a caminhar

É lindo ver seu suspirar”



“pontos
…............
pontos,
….......... de vista
pontos,
…........ de corte
pontos,
…........ de encontro
pontos,
…........ de sorte.”


“Pespontados,
fomos vistos
-----------------
Costurados,
vamos seguindo
---------------------
Lançados,
somos esse compromisso
----------------------------------”




Fonte de inspiração: Experiência Entrepontos!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Relato por Francisco Constantino - Entrepontos Guaramiranga




Deixa eu dançar pro meu corpo ficar odara

Minha cara minha cuca ficar odara

Deixa eu cantar que é pro mundo ficar odara

Pra ficar tudo jóia rara

Qualquer

Canto e danço que dara coisa que se sonhara

Odara – Caetano



Foi assim, entrando em um processo de aprendizagem quase sem querer, sem saber do que se tratava (aliás, sabia que ali iria crescer) ou do que estava por vir. Foi assim que entrei. Seduzindo-se pra participar de algo tão grandioso que se quer tinha mensurado o tamanho quando iniciei.

Movido a um desejo, aliando a uma vontade de movimentar, compartilhar, de conhecer e de fazer.

Não tem aquele ditado que diz mais ou menos assim: - estava no lugar certo e na hora certa. Pois é, foi assim que percebo.

Que de alguma forma, as forças ou a sorte levaram algo pra onde estava.

Assim fui desenvolvendo como uma construção.

Pessoalmente tenho um processo lento (podem pensar que é um modo meu mesmo, perceber o que ta aqui, do meu lado sem deixar que a pressa intervenha em meu processo de entender), de aprender e entender o que passa ou esta acontecendo ao meu redor.

Natural, às vezes até me perco... Mas me encontro.

Similar e deixar sentir em um ritmo confortável que eu possa aprender ou na correria e no calor humano (sim, porque eu senti muito calor humano, das pessoas, daquelas que estava conhecendo).

Entender.

Assim deixando o processo do meu aprender desenvolvendo...

Dissolvendo em uma forma.

Concretizando.

E todos os encontros, momentos de reuniões, em rodas de conversas que foram tornando coisas mais agradáveis pra mim. É, porque é um exercício ouvir e falar. Dizer o que senti o que pensa o que esta vivenciando. Também conhecer, aprender, ter. Tantas as ferramentas exatas pra deixar o trabalho mais sistematizado, compreendido e rápido no processo de formação e entendimento. E isso tudo foi cintilando. E já era algo agradável participar.

Entre Pontos, entre pessoas, entre idéias, entre sonhos, entre formação. O mundo todo gira tão bem assim, nos entres da gente. Entre conhecimentos. E acredito que vai ser uma nova forma de aprender, de ver o mundo e formação.

É engraçado me ver quando iniciei o Programa do EntrePontos e ver o que sou hoje. A cada passo que dei já não era o mesmo, isso é obvio pra mim. E eu não dei apenas passos, dei pulos. Pulos que mudaram circunstancialmente o meu modo. E me dou conta de que ter participado não foi somente pra capacitar. Foi além.

Entre as pessoas eu fui sendo eu, sou assim mesmo observador. Quieto. E um tanto quando ouvinte. Ficar em silencio. Dizer talvez fosse pouco pro que queria. Aprendi no silencio, ouvindo aqueles que sabiam mais, que tinha sede de ensinar. Aprendi muito com os meus silêncios.

E escrever agora é encher o pouco o vazio que deixei por não me expressar em palavras, por ficar em silencio. Acontece que sou assim, mas aqui dentro esta acontecendo tantas mudanças. Porque o EntrePontos foi mudanças, mudanças que estava acontecendo. Lembra, falei em construção.

Foi isso. Pessoalmente iam acontecendo mudanças, algumas que não gosto, outras gosto. E nisso fui me construindo, e o EntrePontos no meio dessas mudanças.

Ainda tenho muito que aprender muito que me expressar e o que fazer. Mas estou nos meus passos. E já tenho feito um pouco, pessoalmente. A timidez já não é um obstáculo.


Trilha sonora: Maria Gadu e Toni Ferreira – Reflexo de Nós



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

SABORES SONOROS



Programa que fala das sensações despertadas a partir dos contatos sonoros.

Uma produção coletiva a partir de uma das oficinas que houveram no Laboratório Entrepontos, um ano de vivências, práticas, imersões e criações!!!
Curtam e conheçam mais desses LABS vivos!!!

Apresentadores:
- Thais Andrade
- Ana Calvet
- Wesley Ubatata
- Emilia Andrade
- Fernando Vilela
- Camila Catunda
- Naiara Lopes
- Rosaliriss Alencar

Oficina de Web Rádio ministrada por João do Coletivo Fórceps!



Postado por Rosaliriss Alencar

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Encerramento EntrePontos 2011

Dois dias de conceituações, declarações e finalizações. A Imersão na Prainha pontuou o final de um processo de formação livre e continuada que durou 8 meses.
Ao todo foram 1.000 horas de dedicação.

Nas próximas postagens, faremos um flash back de acontecimentos importantes desse período.

Aguardem!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Relato: por Lídia Barros





O Laboratório EntrePontos teve um significado imenso na minha vida. Através dele eu pude transitar, vivenciar, experimentar e descobrir um mundo que sempre me fez sonhar: o mundo da música e da produção cultural.

Como eu entrei nesse processo? Sabe aquela música, naquele trecho que diz assim: Entrei de gaiato no navio...? Foi mais ou menos assim ou totalmente assim. Não tinha idéia do tamanho do “navio”, muito menos dos “navegantes” e “marinheiros”, dos possíveis ventos, piratas ou icebergs que poderia enfrentar... Eu queria mesmo levantar âncora e navegar por mares nunca antes navegados, ouvir o som das ondas e o silêncio do oceano... Eu queria me aventurar mesmo sem saber nadar. Aquele era o “meio de transporte” que me levaria às grandes descobertas e conquistas dos meus sonhos. E quando ele ancorou bem na minha frente... Ahhhh, eu embarquei.

Estudar e trabalhar com produção cultural eram sonhos que eu tinha planejado realizar com minha prima, já há algum tempo. Eu já tinha feito toda nossa logística, já tinha falado até com meus pais e estava só esperando ela voltar de São Paulo. E foi nesse intervalo que o entrepontos chegou a Quixadá e surgiu toda aquela idéia de coletivo... E tudo mais. Quando ela retornou expliquei o processo, mas, ela já tinha outros planos e então resolvi seguir sozinha nesse mar de possibilidades.

Aos poucos fui compreendendo o processo de formação, ampliando minha visão e conhecimento através das palestras, debates e vivências, entendendo que a cultura é um direito que garante todos os outros direitos, e que aliada a uma ferramenta como o trabalho colaborativo em rede podemos transformar a sociedade em que vivemos mais justa, consciente e livre.

E Sabe aquela música, naquele trecho que diz assim: “... Sem essa de que estou sozinho, somos muito mais que isso, somos pingüim, somos golfinho, homem, sereia e beija-flor, leão, leoa e leão-marinho... Eu preciso, quero ter carinho, liberdade e respeito... Quero um milhão de amigos, quero irmãos e irmãs... E hoje em dia, como é que se diz eu te amo?...”? Foi mais ou menos assim, ou totalmente assim. Entre meus colegas “navegantes” descobri pessoas lindas... Alguns anjos disfarçados de humanos... Como a Carol, Cleyton, Rosa, Aninha e os irmãos Winz. Afeiçoei-me a eles “de cara” apenas olhando de longe. Além dos anjos encontrei também uma irmã. Uma anja, na verdade. Que além de me acomodar no conforto do seu lar, me alimentar com a deliciosa comida de sua mãezinha e me alegrar com as travessuras de seu Bob, deu-me sorrisos lindos, proteção, cuidado, atenção e todo seu amor fraterno. Coisas que só mesmo uma irmã dá. Só pelo bem querer. Até Mães eu achei. A mãe que cuidou de todos nós com hospedagem e tratamento vip (coisa de mãe) na sua casa de frente para o mar, também nos deu conselhos, amor e carinho. E a “mãe-joana,” que cuidava da nossa turma de Quixadá. Que além de me zoar em tudo até num outro estágio me deu uma força. Mãe é mesmo coisa de Deus.

Essas são pessoas queridas que somam quase um milhão, não pela quantidade mas pela intensidade do carinho que sinto por elas:

Cleyton + Cris +Diná + Lucas + Tiago + Junior + Raquel + Gabi + Diego + Nayara + Kamila + Emília + Camila + Paulo + Fabricio + Tj + Clesi + Francisco + Wesley + Fernando²+ Hélio + Ivan + Angélica + Carol + Erika + Rosa + Aninha + Val + Joana + Paulo + Thays + Victor + Cacau + Joyce...

... Quase um milhão porque pra fechar essa soma falta uma pessoinha que faz parte de mim. Ele é como música... Alegra meu coração. Um dos maiores tesouros que ganhei de Deus nessa vivência, nesse processo de formação, nesse embarque. Um amigo papoco. Especialmente por que ganhei no exato momento em que pedi a Deus que não me deixasse só. Foi nessa hora que ele apareceu na minha frente e falou: Lídia, eu vou contigo! Sabe aquela música, naquele trecho que diz assim: “... Ahaaaaaaaã... Já estava escrito...”? Pois é. Foi mais ou menos assim, ou totalmente assim.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Imersão com Marcus Franchi

Última Imersão EntrePontos 2011

Estão presentes: Lidia, Kamila, Diná, Joanna, Francisco, Rosa, Nilson, Emilia, Paulo, Thais, Paulo Winz, Lucas Gurgel, Valéria, Ivan, Cris, Lorena, Carol, Wesley e Fabrício. Como convidado, temos Marcus Franchi.

No período da manhã discutimos e montamos nosso calendário para os meses de dezembro e janeiro. Teremos mais algumas oficinas e faremos a Noite Fora do Eixo.
Na tarde, nos debruçamos todos para a Carta de Princípios EntrePontos, refletindo e finalizando-a.

A Imersão vai até amanhã. dia 04 de dezembro, e está acontecendo na casa da Carol Sorbello, na Prainha, em Aquiraz.

sábado, 26 de novembro de 2011

Preparativos para o Congresso FDE

Durante  todo o dia de hoje, 26 de novembro, agentes do EntrePontos estiveram reunidos na sede da Associação de Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) realizando uma imersão que tinha como principal pauta o IV Congresso Nacional do  Fora do Eixo, que acontecerá de 12 a 18 de dezembro, em São Paulo.






Explicações sobre a sistemática e história do FDE foram apresentadas por Gabriel Cardoso, integrante do Lumo Coletivo que vem acompanhando diversas ações do EntrePontos e da implantação da Casa FDE Nordeste. Da mesma forma, ele esclareceu algumas dúvidas sobre o Congresso. A turma está se organizando para ocupar bons espaços na programação, além de conquistar articulações com o FDE.


Porém, antes ainda de participar do Congresso, os gestores e estagiários do EntrePontos farão uma imersão no próximo final de semana, com a presença de Marcus Franchi. Na programação: apresentação do projeto, sensibilizações, avaliações e últimos preparativos para o Congresso.

IV Congresso FDE: NÓS VAMOS!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Imersão EntrePontos: conceitos e construções

Foto: Emilia Andrade
Dos dias 14 a 16 de outubro, agentes do Laboratório EntrePontos e colaboradores estiveram em imersão para a elaboração da Carta de Princípios do programa.

Definimos, entre outros conceitos, quem somos e nossas crenças e valores. A Carta está em processo de finalização, de forma também colaborativa, através de um documento disponível na internet.

Além desse documento, facilitadores e estagiários também tiveram momentos de intensa reflexão, com a discussão de alguns pontos e nós do processo, melhorando a comunicação entre o grupo todo.

Foram dois dias bem proveitosos, de convivência e conhecimento. Agora a turma está preparada e focada na produção do Festival Ponto.Ce 2011, que acontecerá de 03 a 06 de novembro.

sábado, 15 de outubro de 2011

Imersão EntrePontos


Dos dias 14 a 16 de outubro os agentes do Laboratório EntrePontos estão em imersão para a construção da Carta de Princípios. Estamos todos em uma casa no Morro Branco, Ceará.

domingo, 9 de outubro de 2011

Feira 10!

A Feira da Música de 2011 foi 10, muita gente passou por aqui e ficou tudo registradinho. Confira alguns vídeos feitos durante esses dias intensos, vividos por EntrePontos, Intercâmbio dos Saberes, Redecem, Prodisc e parceiros.


Entrevista com Valéria Cordeiro sobre o histórico e os objetivos alcançados nestes dez anos de vida da Feira. Uma breve relato sobre os moldes e as transformações realizadas e propostas pela feira.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


Estagiários e facilitadores do programa EntrePontos, agentes da Redecem, da Prodisc e outros parceiros irão participar do Festival das Juventudes, que acontece de 08 a 11 de outubro, na COFECO, em Fortaleza.
Até ontem às 23h, alguns membros da equipe estavam reunidos acertando os últimos detalhes para a ocupação no Festival. A reunião foi transmitida pelo skype para os participantes que não puderam estar presentes na casa de Rosa.
Foto: Na casa de Rosa: Wesley Ubatata, Emilia Andrade, Rosa, Paulo e Cris. Pelo skype: Ana Carla e Kamila.
 Programação a ser realizada e conferida pelos EntrePontos:
(confira a programação completa no site do Festival)
Segunda-feira (10 de outubro)
Espaço do Audiovisual Eusélio Oliveira – Tenda 
10h - Debate: Formação Livre (Entre Pontos e Circuito Fora do Eixo).    
Espaço Bárbara de Alencar – Tenda 
14h – Encontro Circuito Fora do Eixo (Entre Pontos).
Casa da Comunicação Wladimir Herzorg
8h às 12h – Oficina Transmissão de WebTV (Entre Pontos e Circuito Fora do Eixo)
Terça-feira (11 de outubro) 
Espaço Mário Benedetti – Tenda 
8h – Palestra sobre Redes Sociais e Novas Mídias (Entre Pontos e Circuito Fora do Eixo)            
10h 30min – Discussão sobre Partido da Cultura (Entre Pontos e Circuito Fora do Eixo
14h – Pré-Conferência Livre: Cultura e Juventude (Secretaria de Cultura de Fortaleza –
Secultfor)
Relembrando....
Durante o mês de agosto, construímos um banco de frases, que pareceu no final das contas, um banco de estímulos. Ao publicá-lo hoje, lanço a proposta: Vamos continuar?
"O que parecia ser apenas uma pós se tornou uma pré de várias... Pra quem fala que essa juventude não faz nada, agora morde a língua". Wesley Ubatata, em 28 de ago de 2011.
"A cada encontro vejo um outro futuro, uma possibilidade nova e próxima". Nai, em 28/08/2011
"Hoje não enxergo impossibilidades, mas sim possibilidades tão próximas que me sinto parte delas". @cleytonpaula, em 28.agosto.2011
"Quase no fim (será o fim?) do processo, vejo a situação crescer cada vez mais e preencher novos espaços na vida de cada um". Ana, em 28 ago.
"A cultura liberta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!". Lorena Soares, em 30/08/2011.
"O entrepontos é mais que uma capacitação, é uma vivência cultural ampla de continuidade que viabiliza o crescimento não só profissional mas também social, é uma verdadeira fábrica de saberes. Processo construtivo, enriquecedor, contínuo". Kamila Brito, em 30/08/11

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Impressões de uma reunião

por Paulo Oliveira em 27 de agosto de 2011


Ali, naquele momento que não voltará, como diz Val do meio para o fim, falamos do que foi a Feira Viva da Música em nossos corpos, como sentimos essa vivência, de que forma ela aconteceu em nós enquanto indivíduo e coletivo. O que aqui está escrito é uma tentativa de apreender sobre aquele momento de reflexão, discutir nossas posturas, conceituá-las. Afinal, levantar estas questões sobre a vivência do grupo é construir um saber filosófico.

Ana mostrou não ter sido eficaz como processo de aprendizado a sua participação na Feira. Introduz falando do evento como um todo bacana, mas desfalcado neste ponto da comunicação. Atribui em parte, a falha aos textos produzidos por ela, eu e Félix que não subiram para o site por isenção de quem os colocasse. Isto desmotivou. Val, então, falou da falta do Felipe Gurgel na equipe como um canal de contribuições.
De fato foi uma pena que este processo não tenha tido a viva troca como aconteceu na fotografia, atividade compartilhada por Nilson e Camila. Eles lembraram da atenção de seu instrutor e da parceria com os profissionais contratados para o evento. Ivan, ao escutar o depoimento dos dois, fez a seguinte analogia: “é como ter a proteção de uma frente de batalha e poder atirar como tal, ter mesmo poder de fogo”. Ele referenciou ainda, que as melhores escolas são as que têm menos alunos para cada professor, porque possibilita que esse profissional esteja mais presente. Exato, Ivan. A presença é fundamental para que o saber de experiência do educando seja valorizado e este seja singular, único, como de fato é. Aos montes em sala os alunos são apenas alunos. Aqui, sou o Paulo e Camila é Camila Catunda: nome com significados intransferíveis.

Durante a Feira, a secretaria não contou com Lili por causa de uma catapora. Esta significativa falta acabou sendo importante para o aprendizado de Carol Sorbello e Kamila Brito, que tiveram com isso um acréscimo em suas demandas. Carol fala dessa experiência como uma dificuldade importante “foi contra tudo que tive na minha vida inteira: falta de organização, falta de concentração”. Kamilia também se diz desorganizada e viu nesse processo um espaço bacana para reverter isso. “Estava perdida em alguns momentos, mas a compreensão dos coordenadores auxiliaram significativamente em momentos tensos”. Essa realmente, foi “uma mudança de etapa” para as meninas.

Na área da Comunicação, Angélica Maia lembrou da importância das trocas feitas com Gabriel (Intercâmbio dos Saberes ou “Intercâmbio dos prazeres”, como brincamos). Trocas que deixaram técnica e sentimentos. Por conta desse contato com os intercambistas, Wesley Ubatata refere-se ao processo de mecanização que sofremos algumas vezes. Revelou que sempre foi motivado para participar do EntrePontos por conta da percepção do mundo e suas possibilidades. “Técnica é digamos fácil, posso conseguir no Vila das Artes, por exemplo. Mas isso que vivo agora só é possível assim, como está sendo. Esta viva experiência proporciona um aprendizado eficaz”.
Val toma isto pra dizer que não é interessante “corpos dóceis” na Feira e em nenhum processo. De evento em evento corremos o risco de nos tornar apenas “fazedores”, se o grupo não atentar para a necessidade de uma postura reflexiva. É preciso ver no discurso este entendimento. É, também, importante uma curiosidade direcionada: “No momento em que você entra mais consciente do que você quer, do que você é capaz: aí nós teremos o up”, pontua.

Naiara Lopes retomou a discussão que tivemos, eu e Ivan, ao falar da necessidade do reconhecimento dado por Ivan ao nosso trabalho. Estamos trabalhando, mas não estamos empregados. Isto é um consenso (acredito). Provocando riso no grupo, Lorena diz que se de fato fosse isto um trabalho (emprego) teria sido demitida logo no primeiro dia, por causa de um erro. Ela, que acompanha administrativamente o projeto, explica que “não é um trabalho, mas é um árduo aprendizado.”

Vitor Grilo parece ter entendido o que Lorena falou, pois sua fala partiu disso. Da importância de compreender os papeis no processo e não estabelecer uma relação de serviço conosco [EntrePontos]. Aposta na saúde destas relações se estas têm e entendem seu papel.
A pauta seguinte da reunião chega em Quixadá, local de grande reconhecimento dos participantes do EntrePontos locais. Lídia está estagiando, Cleyton e Kamilia realizam oficinas, e por aí vai. As notícias são as melhores! O coletivo Dom Quixarte está sendo legitimado pelo projeto, é o que diz Joanna.

Naiara foi a única estagiária da técnica na Feira. Ela acha importante trabalhar com outras pessoas, sabe da importância da diversidade para a criação. E acrescenta que sua área (técnica) não exige muita didática para ser aprendida, se faz mais necessária a prática mesmo. “Acho que o aprendizado de qualquer conteúdo é possível de uma forma viva, pedagógica. Porque não é o conteúdo em si, mas o espaço criado para a relação: educador-educando. Espaço simbólico. Um pai pode ensinar um filho a calçar um sapato de forma que este nunca esquecerá, porque ali houve afeto, e depois conceituar com uma técnica. Ou um pai pode mecanicamente dizer: entra neste buraco e depois neste”, exemplifica.

Ivan disse que o trabalho do EntrePontos da técnica tem sido bem recebido pelas equipes dos eventos que estamos passando. Aponta ainda, que facilmente Naiara estará no mercado, pois esta não é uma profissional agressiva e o cenário daqui carece desta habilidade específica. Ele sugere que ela experimente cuidar de outros instrumentos, além da bateria, para desenvolver suas habilidades.

Emocionada, Gabi Reis diz não conseguir dar uma forma de discurso para a intensidade vivida neste processo. Diz nunca ter gostado de escrever, mas se deu bem no atendimento. Afirmando ainda, a importância da vivência com os coletivos do Circuito Fora do Eixo e o entendimento desta dinâmica.
Diego Mota considerou uma experiência revolucionária. Um divisor de águas. Falou de dificuldades, mas revelou um momento único em todo o processo EntrePontos. “No 3° dia da Feira tivemos o máximo que uma transmissão suporta”. Ou seja: nunca antes tanta gente tinha visto online a programação.

TJ Cassimiro achou o máximo. Durante o evento, ele fotografou pela primeira vez e disse ter se encontrado na função. Brincando, atribuiu a qualidade das fotos à luz ambiente. Fotografou por iniciativa: “vi uma câmera de bobeira e pensei, meu irmão vou fazer uma foto”, conta o mais novo fotógrafo.

Também no audiovisual, Emilia Andrade falou ter gostado do entrosamento dela com a equipe. Achou bom também a forma do aprendizado: “Foi bacana estar matando esses dois coelhos: ao mesmo tempo você estava exercendo sua função, agregava conhecimento.” Remetendo-se aos paineis e oficinas que cobriu.

Foi a primeira vez que Lucas trabalhou na Feira da Música, apesar de já viver esta há 10 anos. Ele considerou que a realização da Feira nesse ano foi um risco por causa do corte no financiamento da Funarte. Diz: “quem não ousa dá um passo adiante não avança”.

Cacau teve com Joyce e Rosa uma relação bacana na produção do Encontro Internacional da Música, com Hélio e Wellinghton também, que estavam no suporte da infra. Cris Vale também gostou dessa relação, e ressaltou que as dificuldades não impediram o grupo de continuar com uma dinâmica propositiva.


Foto: EntrePontos, Intercâmbio dos Saberes e Parceiros

AGENDA DO ENTREPONTOS

O calendário tá bem recheado. Na reunião de sábado formalizamos mais duas atividades além do planejamento: Semana do Audiovisual Norte Nordeste (SEDA) e Festival das Juventudes de Quixadá. E discutimos mais dois que já estavam no “tronco do processo”. É consenso que devemos analisar nosso calendário com cuidado. Ainda estão programadas mais palestras. Esses acertos e as apresentações mais detalhadas dos processos serão pautas para nosso encontro.


FESTIVAL DA JUVENTUDE EM FORTALEZA


Lucas puxou a pauta sobre o Festival da Juventude, da importância do Arteentrecucas demarcar território lá. O que faremos é propor alguma atividade dentro da programação.

REGISTRO DE ATIVIDADES DURANTE O LABORATÓRIO

Por várias vezes na reunião apontamos para um mesmo erro: Não estamos registrando nossas impressões. Tem os questionários, mas o que é posto não alcança boa reflexão, é superficial.
Isso implica em um problema maior de não termos conteúdo para o catálogo no final do laboratório. Escrever sobre este processo é traduzir esta experiência para a um sistema (a escrita) que permite a replicação do que estamos vivendo.
Acreditamos que o EntrePontos , além de fomar produtores e técnicos, pretenda auxiliar no nosso desenvolvimento enquanto sujeitos que tenham percepção das problemáticas de suas comunidades e das soluções que estão emaranhadas por alí. A percepção expõe o que somos capazes de sentir e compreender.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Empreendedorismo individual será tema de palestra do Laboratório Entrepontos


Texto por Ana Carla Calvet
Do Laboratório Entrepontos

Foto por Paulo Winz (Da primeira palestra do Laboratório, no último mês de junho)
Da RedeCem

O calendário de palestras do Laboratório Entrepontos continua. Na próxima sexta-feira, dia 15 de julho, a partir das 14h no Cineclube do Cuca Che Guevara, os participantes poderão aprender e tirar todas suas dúvidas sobre Sistema Previdenciário e Empreendedorismo Individual com facilitadores do INSS e do Sebrae/CE. A atividade antecede a realização da prévia da Feira da Música, que acontece no próximo sábado (16).

Confira a programação:

Horário: 14h às 18h30
Local: Cineclube do Cuca

Palestrantes: Facilitadores do INSS e do SEBRAE/CE

Temas:

1. Sistema Previdenciário, direitos, deveres e informações sobre Empreendedorismo Individual.

2. Mercado Cultural, Empreendedorismo e Empreendedor Individual

Saiba como foi a primeira palestra do Laboratório - Percepção de pontos de vistas diferentes, trabalho coletivo e postura de vida foram alguns dos temas abordados pelo jornalista e educador Fred Maia nos últimos dias 18 e 19 de junho. A palestra, proferida no Cuca Che Guevara, da Barra do Ceará, fez parte da programação da Prévia do Forcaos 2011 e das atividades do Laboratório Entrepontos.

Na tarde de sábado (18), com uma conversa bem descontraída, repleta de ações dinâmicas e assuntos variados, Fred Maia apresentou os espaços existentes no Governo Federal para o setor cultural, mostrando que a cultura tanto pode ser negócio quanto questão política. Ele ainda incitou os presentes a refletirem sobre as atitudes que eles estão tomando diante da vida. “Nós sempre temos a opção de escolher ser felizes ou não”, pontuou o jornalista. Os momentos com Fred foram uma mistura de informação com reflexão pessoal.

Durante a manhã de domingo (19), Fred propôs dinâmicas de grupo nas quais foram exercitados a percepção dos diferentes pontos de vistas e o resultado do trabalho realizado de forma coletiva. Um dicionário afetivo foi construído com recortes de revistas e os participantes tiveram de desenhar um cenário proposto por eles e por Fred Maia a partir do local em que estavam na sala (foto acima). Foram dois dias bem enriquecedores, tanto de informação quanto de vivência pessoal.

Serviço - Palestra sobre Empreendedorismo Individual e Sistema Previdenciário, dia 15 de julho, a partir das 14h, no Cuca Che Guevara (Av. Presidente Castelo Branco, 6417, Barra do Ceará).

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mostra Petrúcio Maia termina com a primeira experiência do Laboratório

Gabriela, Hotom Simonal e Diná foram orientados por Maísa Vasconcelos no cerimonial (Foto por Angélica Maia e Camila Catunda/ Do Laboratório Entrepontos)

Texto por Ana Carla Calvet
Do Laboratório Entrepontos

Receber orientações e colocá-las em prática na IV Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia foi uma experiência inovadora e importante para os estagiários do Laboratório Entrepontos. Somos a primeira turma desta nova fase do programa, após a realização de cinco encontros com oficinas: quatro em 2010 (Guaramiranga, Itapipoca, Quixadá e Crato) e um em 2011 (Cuca da Barra do Ceará – Fortaleza).

Com cinco dias de evento no Shopping Solidário Bom Mix e na Barraca Biruta, a turma passou a ter uma perspectiva profissional. Como conta Paulo Winz, “aqui na Mostra a galera tá podendo ter mais noção de responsabilidade profissional e também tentar suprir a demanda dos produtores”. Ele e todos os participantes estão acreditando e investindo no que a Associação de Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc) e a Rede Ceará de Música (Redecem) propuseram: uma capacitação (de teoria e vivência) na área de produção cultural em eventos musicais. Hélio Duarte foi um dos estagiários que aproveitou ao máximo a Mostra, ele explica que o evento ajudou a “pegar base para os futuros eventos”, e acrescenta: “quero experimentar outras funções dentro do Laboratório a fim de perceber e compreender um evento como um todo”.

Nos primeiros dias da Mostra o receio era geral, todos com grandes expectativas no sucesso do evento e a preocupação era inevitável. “No começo estávamos receosos, com medo de errar, sem saber se podia perguntar. Mas os coordenadores são pessoas tranquilas e seguras, aí não tenho mais medo de perguntar”, revela Joanna Matias, que apesar de ter experiência com produção cultural, nunca havia tido orientação de técnicos em suas atividades.




Mas o grande desafio para o Laboratório começou mesmo a partir do terceiro dia de Mostra Petrúcio Maia. Após as atividades no Bom Mix, a galera marcou presença na Barraca Biruta, um espaço bem maior que exigiu de todos mais sintonia e agilidade. Ainda assim, a turma soube lidar com essa situação nova, avalia o coordenador da equipe de Audiovisual do Entrepontos, Vitor Grilo. “Estamos no caminho correto, a evolução diária é muito notável e o grupo demonstrou que tem capacidade de crescer com solidez e velocidade”.

Com essas experiências, dentro de cada participante do Entrepontos ficou uma grande expectativa e animação para continuar aprendendo. “Essas situações estão sendo construtivistas e transformadoras. Eu acredito que vou sair desse Laboratório totalmente diferente do que sou agora, com novos laços pessoais e com uma nova percepção de produção cultural”, anima-se o estagiário Paulo Ricardo.

O Laboratório Entrepontos continua, desta vez em função dos trabalhos da segunda prévia do XIII Forcaos.

Confira mais da produção do Laboratório durante a Mostra Petrúcio Maia:

* Cobertura audiovisual (vídeos e imagens)

http://twitpic.com/photos/feiradamusica (Imagens instantâneas da cobertura na Biruta)
http://www.flickr.com/photos/redecem/ (Imagens editadas da cobertura do Bom Mix e da Biruta)
http://www.youtube.com/user/Redecem (Vídeos editados da cobertura do Bom Mix e da Biruta)

* Cobertura escrita (texto e imagem)

http://www.feiradamusica.com.br/category/e-mais/mostrademusica/ (As últimas cinco postagens)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Laboratório Entrepontos começa com a realização da Mostra Petrúcio Maia

Turma do Laboratório Entrepontos em reunião no último dia 9, na Prodisc (Por Vitor Vital)

Por Ana Carla Calvet
Do Laboratório Entrepontos

Faz exatamente uma semana que os 32 participantes do Laboratório Entrepontos se reuniram, dividiram demandas e começaram a trabalhar pra valer na produção da IV Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia. Após participar das oficinas, os estagiários das equipes de Comunicação, Produção e Técnica agora estão na correria.

Faltando apenas três dias para o evento, tudo já foi checado pela produção. O local já foi vistoriado, o equipamento de som e iluminação escolhidos, as bandas foram selecionadas e a divulgação está rolando, inclusive nas redes sociais dos próprios participantes. Tudo para que no dia 20 de maio a Mostra tenha uma estreia bem bacana tanto para quem está realizando-a e para quem irá conferir a programação no Shopping Solidário Bom Mix.

Posteriormente às oficinas realizadas em Guaramiranga, Itapipoca, Quixadá, Crato e Fortaleza, no Laboratório os participantes põem em prática tudo o que aprenderam. “Nas oficinas do Entrepontos a coisa ainda era de 'imaginar possibilidades'. Com o Laboratório, já me sinto vivenciando o que sempre imaginei, desejei, sonhei em fazer e participar. Antes eu ia para a Feira da Música, por exemplo, e ficava me perguntando como tudo aquilo chegava a ser realizado. Os processos, as pessoas engajadas. Me imaginava trabalhando, ajudando...”, é o que nos conta Cleyton de Paula, de Quixadá.

Ele faz parte da equipe de Comunicação da Mostra e está muito motivado a continuar no processo porque, segundo ele, se sente “feliz em poder estar dentro de mobilizações coletivas as quais eu tenho certeza de que me levarão, junto com todos os amigos do coletivo, a vivenciar coisas ainda maiores e mais intensas”.

Outros participantes do Laboratório também estão motivados com as atividades propostas pelo Laboratório, como o estagiário da Técnica, Fabrício Duarte. Ele nos conta que essa convivência com pessoas ligadas a projetos culturais vão ajudá-lo a “crescer profissionalmente e fortificar a personalidade”. E não vá pensando que apenas os estagiários estão animados com esse processo. A monitora da equipe de Produção, Thais Andrade, também está contente, pois “a vontade de uma continuidade pra esse processo [do Entrepontos] foi o que nos motivou a investir nosso tempo e trabalho nesse projeto. Eu acho que todos os outros facilitadores e gestores do Laboratório estão muito empolgados”.

Com toda a equipe reunida e sob entusiasmo, após a Mostra Petrúcio Maia, o Laboratório acontecerá em função da segunda prévia do XIII Forcaos, durante o mês de junho.

Mais sobre a Mostra – Em sua quarta edição, a Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia traz inovações no formato do evento. Em 2011, além dos shows, a Mostra amplia a programação com palestras e – no espaço da Biruta – promove uma micro-feira de produtos e serviços voltados à cadeia produtiva da música. A mudança segue uma tendência (comum no circuito independente) de formatação de eventos culturais mais abrangentes, que vão além das apresentações artísticas, gerando oportunidades de imersão no universo musical.

A Mostra de Música Petrúcio Maia é uma parceria da Coordenadoria de Música da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor) com a Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc). Conta com o apoio da Rede Ceará de Música, através do projeto Entrepontos. E faz parte do calendário da Rede Musicativa, que em 2011 promove uma sequência de prévias dos festivais de música independente em Fortaleza, assumindo a campanha “Crack, Tô Fora!” – a favor da conscientização contra o uso da droga. Confira a programação completa da Mostra no link a seguir: http://www.feiradamusica.com.br/2011/05/09/iv-mostra-petrucio-maia-divulga-programacao-e-atracoes-convidadas/

Confira as funções da equipe do Laboratório Entrepontos na Mostra:

1 - PRODUÇÃO

Secretaria de Produção - Kamila Brito, Cassemiro TJ, Carol Sorbello

Produção de Programação:

Atendimento / Receptivo / Camarim - Clesiana Vieira, Dinah Matias, Raquel Moreira
Palco - Júnior, Paulo Ricardo Oliveira, Helio Carlos
Produção Roda de Conversa - Hotomberg Queiroz / Joana Matias/ Joyce Monteiro
Produção Feirinha - Ana Lidia / Joyce Monteiro

Adm/Financeiro- Lorena Matos

Supervisão/Apoio - Rosaliriss Alencar

2 - TÉCNICA

Produção de Infra-estrutura - Fernando Vilela, Fabrício Duarte
Direção de palco - Roadie – Felipe Ferreira, Naiara Lopes, Tiago de Lima, Francisco Neirton

3 - COMUNICAÇÃO

MARKETING/ PUBLICIDADE

Design - Cleyton de Paula
Fotografia - Nilson Carvalho dos Santos
Produção audiovisual - Emiliane de Andrade, Camila Catunda, Wesley Freitas do Nascimento

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DIGITAL

Redação jornalística - Ana Carla Calvet
Clipping virtual - Gabriela Reis
Moderação de conteúdo das redes sociais - Angélica Maia e Diego Mota
Transmissão online dos eventos - Angélica Maia, Diego Mota e Francisco Constantino

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Confira os selecionados para o laboratório Entrepontos

O programa Entrepontos divulga a relação de selecionados para as atividades de laboratório referente ao calendário de 2001. Da mesma forma que ocorreu na experiência do encontro, agora as turmas se dividirão em grupos de acordo com os eixos temáticos da lógica de aprendizado em produção cultural: Comunicação, Produção e Técnica. A partir daí, se comprometerão com tarefas vinculadas à prática das subdivisões dessas áreas – de acordo com a organização e o porte de cada evento trabalhado.

O exercício envolverá estagiários na dinâmica de organização de eventos culturais realizados de acordo com a sequência deste calendário: IV Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia (Maio), Prévias do XIII Forcaos (Junho), Prévias da X Feira da Música (Julho), XIII Forcaos (Julho), X Feira da Música (Agosto), Prévias do Ponto.Ce (Outubro), II Festival das Juventudes (Outubro) e VI Ponto.Ce (Novembro). Durante o período dos eventos, o laboratório ainda promoverá palestras e oficinas gratuitas, a fim de refletir sobre a capacitação.

O laboratório contempla estagiários que já participaram do encontro – dentre as turmas de Guaramiranga, Itapipoca, Quixadá, Crato e Fortaleza, cidades por onde o projeto já passou. E compreende que, após a introdução do aprendizado, as turmas estão aptas para começar um processo de experiência prática, orientada por um profissional e com maior compromisso com resultados, de acordo com a disponibilidade de cada selecionado. Ambos - profissionais e estagiários - farão uma análise do processo, preenchendo breves relatórios a cada dia de atividade, e se submeterão a uma avaliação final quando finda a realização dos eventos.

Confira os nomes:

Ana Carla Costa Calvet
Ana Lídia Lopes Barros
Antônio Cassimiro de Jesus Souza
Camila Catunda Maciel
Caroline Sorbello
Cleyton de Paula Duarte Cassemiro
Diego de Oliveira Mota
Diná Helem Silva Matias
Emiliane de Andrade
Fabrício Duarte
Felipe Ferreira
Fernando Vilela Sales
Francisco de Assis Constantino Filho
Francisco Neirton Silva Filho
Francisco Nilson Carvalho dos Santos
Francisco Wesley Freitas do Nascimento
Hélio Carlos Duarte
Italo Rafael de Oliveira Campos
Jackson Luiz de Oliveira
Joanna Darc Silva Matias
José Everaldo Vasconcelos Cavalcanti Júnior
Joyce Monteiro Martins de Pinho
Kamila Brito Gonçalves
Lorena Cintia Soares de Matos
Luisa Gabriela Soares e Reis
Maria Angélica C. Maia de Santana
Maria Clesiana Vieira
Naiara Lopes de Oliveira
Paulo Ricardo Sousa de Oliveira
Raimundo Hotomberg Alves de Queiroz
Raquel Sales Moreira
Rosaliriss Rodrigues Alencar
Tiago de Lima Sampaio

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Programa Entrepontos lança edital de laboratório

O programa Entrepontos lança nova fase do seu processo de formação livre para agentes culturais. De 18 a 30 abril, estão abertas inscrições gratuitas para o Laboratório Entrepontos. O exercício envolverá estagiários na dinâmica de organização de eventos culturais realizados de acordo com a seqüência deste calendário: IV Mostra de Música de Fortaleza Petrúcio Maia (Maio), Prévias do XIII Forcaos (Junho), Prévias da X Feira da Música (Julho), XIII Forcaos (Julho), X Feira da Música (Agosto), Prévias do Ponto.Ce (Outubro), II Festival das Juventudes (Outubro) e VI Ponto.Ce (Novembro). Durante o período dos eventos, o laboratório ainda promoverá palestras e oficinas gratuitas (confira os temas através do edital abaixo), a fim de refletir sobre a capacitação.

Todos que já passaram e foram certificados pelo programa podem se inscrever. Ou seja, as turmas de Guaramiranga, Itapipoca, Quixadá, Crato e Fortaleza (Cuca Che Guevara). Cerca de 30 pessoas serão selecionadas para uma experiência orientada de acordo com a disponibilidade de cada um, acompanhadas por um profissional responsável pela área de atuação em cada evento do calendário proposto. Ambos - profissionais e estagiários - farão uma análise do processo, preenchendo breves relatórios a cada dia de atividade, e se submeterão a uma avaliação final quando finda a realização dos eventos.

Veja como se inscrever online:

- Leia atentamente o edital Laboratório Entrepontos e veja se está de acordo com o regulamento;

- Preencha devidamente a ficha de inscrição online do Laboratório, enviando os dados após concluir o preenchimento, e aguarde o resultado.

Saiba mais sobre o programa - O Entrepontos surgiu em 2010 como uma ação prévia à realização da Feira da Música de Fortaleza. Ganhou corpo e hoje conta com apoio da Rede Ceará de Música e seus empreendimentos associados, Universidade Livre Fora do Eixo (UniFDE), Universidade da Cultura Livre (UniCult), além da Rede Musicativa e da Prefeitura Municipal de Fortaleza no Laboratório Entrepontos. Como processo educativo alinhado a uma pedagogia construtivista, o programa estimula a formação de núcleos de produção cultural na perspectiva do esforço coletivo e solidário, buscando o equilíbrio nas relações de trabalho da economia da cultura.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Grito Rock Fortaleza movimentou a véspera de Carnaval na Barra do Ceará

Galera do break agitou os intervalos entre os shows no Grito Rock Fortaleza (Por Nilson Carvalho)

A emoção é imensa e o nó na garganta é certo quando lembro de todo o processo passado até chegar o dia 04 de março de 2011, dia em que iríamos realizar a nossa “graduação” no curso de “Produção Cultural Coletiva”, voltado à organização do Grito Rock Fortaleza. Mas é preciso voltar no tempo para que se entenda a importância dessa aventura: nos dias 11, 12, 15 a 19 e 23 de Fevereiro e 3 e 4 de março, 60 pessoas se reuniram para participar do Programa Entrepontos (Programa Integrado de Desenvolvimento para os Profissionais de Música do Ceará). O curso comandado por Marcus Franchi (do Fora do Eixo Brasília – DF) e Ivan Ferraro (RedeCem e Prodisc-Ce) propôs pensarmos: “Que futuro queremos?”.

O programa Entrepontos, criado em 2010, é realizado pela Associação de Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc), e tem como parceiros a Rede Ceará de Música (RedeCem), Prefeitura Municipal de Fortaleza, Banco do Nordeste e Sebrae/CE. Com objetivo principal de compartilhar e disseminar a profissionalização de pessoas abarcadas pela música, o programa busca estimular o desenvolvimento sustentável de negócios no campo musical. Em outras palavras o projeto procura fortalecer os mecanismos necessários à promoção e desenvolvimento dos produtos musicais já existentes, mas em alguns casos pouco explorados. O público-alvo desse programa são os músicos, técnicos e interessados em cultivar, conduzir e gerir negócios relacionados à Cadeira Produtiva da Música numa perspectiva solidária.

Os 60 participantes do curso (dentre eles: músicos, produtores, técnicos, comunicadores e interessados em adentrar no mundo musical), foram divididos entre três Frentes de Trabalho: Comunicação, tendo como facilitador Felipe Gurgel; Produção, por Thaís Andrade e Lucas Gurgel; e Técnica, por Fernando Figueiredo e Chicão. A partir daí começava a correria. Pela primeira vez em Fortaleza, esse foi o primeiro Entrepontos num formato mais amplo, contendo palestras e oficinas práticas, além de visitas a pólos como o Centro Dragão do Mar e a sede da TV O Povo.

Grito Rock

“É noite de folia!” Não, calma. Não era ainda, mas era sexta véspera de Carnaval, dia 4 de março, às 17 horas, e daríamos início ao quarto Grito Rock de Fortaleza, dessa vez realizado no Cuca Che Guevara. Com um fiozinho de pôr-do-sol no céu, o evento se inicia ao som do DJ Doido, mandando um bom hip hop enquanto a pista de skate é dividida entre os praticantes dos esportes radicais (skate e do cross frestyle), executando manobras de street e fazendo do espetáculo um momento muito empolgante logo na abertura do festival. O público ainda tímido vai chegando aos poucos e se posicionando nas arquibancadas para assistir os dançarinos de break que empolgavam a galera. Em seguida à performance dos atletas, foram distribuídos brindes da Pena.

O Caras Pretas Percussivas, de Maracanaú, abriu a noite. E o Grito Rock não seria tão rock se a segunda banda da programação não expressasse tal apologia. Thrunda, a segunda banda da noite, sobe ao palco com um público ainda tímido, mas em pouco tempo consegue atrair a todos e a empolgação começa. Tocando hits como “Mulher de Cabaré” e “Não confie em um homem de terno”, a Thrunda consegue reunir um público considerável e até uma pequena roda punk. Como se não bastasse tocar seu próprio repertório, a banda entoa uma versão do grande clássico de Renato Teixeira e Luiz Gonzaga: “O cheiro de Carolina”, fazendo um pout-pourri com “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga também.

Enquanto “a peia comia” na frente do palco do Grito Rock, a transmissão ao vivo via twitter também ganhava seu público que assistiu até o fim do evento, fazendo seus comentários e curtindo um bom rock and roll, apesar de o festival acontecer em plena véspera de Carnaval.

Seguindo a programação, o Dj Doido embala o intervalo com um mix de Jorge Ben Jor, Tim Maia, Simonal, dentre outros mestres da música brasileira negra. Era som rolando e break também. Os B-Boys continuavam na área mandando ver na dança e levantando a galera presente.

Às 20 horas, a primeira banda visitante, a Sobre o Fim (Sobral), sobe ao palco. Mal a apresentação começou, já rendia mais uma roda punk e mais peia na frente do palco. O som pesado da Sobre o Fim rendeu à transmissão ao vivo um pico de audiência alta para uma sexta de Carnaval. Era chuva rolando, peia comendo e o público do Cuca adorando. A banda foi bastante aplaudida em sua primeira apresentação no Grito Rock Fortaleza. Quarenta minutos de puro rock, fim da terceira banda da noite. Troca de palco e mais uma vez o DJ Doido manda um bom som levantando a galera, dessa vez com R&B. O som estava tão bom que rendeu comentários no twitter como este, do perfil @feiradamusica: “Atenção, gatinhas na pista, balançando os quadris”.

A quarta banda a tocar foi a NFúria, direto do Pirambu, ao comando dos vocais de Tj Cassimiro e Jordan Medeiros. Bastante conhecida em Fortaleza, a NFúria fez o que melhor sabe: tocar sua mistura de Death Metal e Grindcore. Levantando a todos que gostam do estilo, o show foi bastante envolvente para o público que ainda não dava sinais de querer ir embora, apesar da chuva. A banda ainda distribuiu alguns brindes e continuou a tocar enquanto se formou a maior roda punk da noite.

E além de encerrar a noite do Grito Rock Fortaleza – e no rumo para participar ainda de mais quatro edições do Grito espalhadas pelo Brasil, a Gandharva tocou pela primeira vez em Fortaleza. O público que não os conhecia curtiu bastante o som influenciado por Nirvana, Queens of the Stone Age, Interpol, Foo Fighters. Eles enfrentaram mais de 12 horas de viagem até Fortaleza e tocaram músicas próprias como “Don’t call the cops”, “The roads” e “Sometimes”.

Por Angélica Maia

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